Há 10 anos empresa promove de inovação sustentável no agronegócio brasileiro

A Plant Health Care (PHC) completa, em 2025, uma década de atuação no Brasil, consolidando-se como referência em inovação e sustentabilidade no setor de bioinsumos. Desde sua chegada, em 2015, a empresa vem transformando o manejo agrícola nacional com tecnologias exclusivas à base de peptídeos, que aliam produtividade, sanidade e respeito ao meio ambiente.

Ao longo desses dez anos, a PHC se destacou por entregar soluções pioneiras que respondem a um dos maiores desafios do agro: produzir mais, com eficiência e segurança alimentar, diante das mudanças climáticas e da necessidade por práticas sustentáveis, comemora Rodrigo Egéa de Miranda, diretor Geral da PHC no Brasil, lembrando que “o marco inicial da PHC no Brasil foi o lançamento da tecnologia Harpin (capa da revista Science) que transformou o cultivo da cana-de-açúcar. Em um setor estratégico para a economia nacional — que responde por 50% do comércio global do açúcar e movimenta US$ 20 bilhões ao ano — a empresa introduziu uma solução capaz de aumentar em até 25% a produtividade, mesmo sob condições adversas de clima.”

Com a parceria da Coplacana, a tecnologia Harpin, com a marca comercial H2Copla, ganhou espaço nos principais polos produtores e abriu caminho para novas práticas agrícolas, permitindo a transição do manejo convencional para o regenerativo. A tecnologia se expandiu para culturas como soja, milho, sorgo e café, consolidando a marca como referência em incremento de produtividade.

Inovação em soja: combate à ferrugem asiática

Outro divisor de águas foi o lançamento do Saori, único fungicida registrado em tratamento de sementes com efeito sobre doenças foliares da soja. Aprovado no Brasil em 2020, em meio à pandemia, o produto trouxe uma alternativa sustentável contra a ferrugem asiática — doença que pode causar perdas de até 90% na produtividade.

Com modo de ação exclusivo e tecnologia PREtec (Plant Response Elicitor Technology), o Saori fortaleceu a defesa natural das plantas, reduziu custos e ampliou a eficiência dos fungicidas em até 45%. A solução consolidou a presença da PHC no maior mercado de soja do mundo e foi impulsionada pelo Programa Nacional de Bioinsumos, do MAPA, que fortaleceu o uso de defensivos biológicos no país.

Mais recentemente, a PHC lançou o Teikko, nematicida bioquímico sustentável à base de peptídeos para tratamento de semente. A solução inovadora age de dentro para fora da planta, reduzindo o ataque de nematoides — praga que gera perdas anuais de R$ 65 bilhões apenas na sojicultura brasileira. Com segurança e eficiência, o produto mostrou resultados consistentes em pesquisas conduzidas por renomados institutos e pesquisadores, reforçando o papel da empresa como líder no desenvolvimento de tecnologias biológicas de alto impacto.

Nova fase com a PI Industries

O fim de 2024 marcou uma virada estratégica para a PHC: a aquisição global pela PIIndustries Ltd., líder na indústria de insumos agrícolas. A integração ampliou o alcance da companhia, fortalecendo sua capacidade de investir em pesquisa e oferecer soluções integradas em bioinsumos.

Hoje, a PHC projeta crescimento de 90% em relação ao ano anterior e pretende quadruplicar sua participação no mercado brasileiro nos próximos cinco anos, alcançando faturamento acumulado de US$ 60 milhões. Para isso, hoje com uma equipe reestruturada a atender às necessidades agrícolas das principais regiões produtoras do país, a PHC garante suporte completo ao desenvolvimento e aplicação de suas tecnologias inovadoras, resume Miranda, ao destacar que desse modo a empresa chegou no Mato Grosso e nas regiões Sul e Nordeste, fechando parcerias estratégicas para facilitar o acesso dos agricultores às inovadoras soluções para o manejo sustentável de doenças e nematoides

Dez anos de conquistas

A partir de outubro, data que marca a aterrissagem da PHC no Brasil, por todo o País a empresa celebra essa trajetória de 10 anos de inovação no agronegócio construída com produtores, pesquisadores, cooperativas e parceiros estratégicos. Para marcar a data, a empresa lança um logotipo comemorativo e celebra a importante parceria com a Coplacana.

“Mais do que uma década de inovação, essa trajetória foi construída de mãos dadas com o agricultor. O futuro será ainda mais extraordinário, guiado pelo propósito de transformar a agricultura de forma sustentável”, afirma o diretor Geral da PHC no Brasil. Com presença crescente nas principais regiões produtoras do país, a companhia já investe US$ 1 milhão em novos projetos de P&D e aposta no desenvolvimento de mais de 700 peptídeos com potencial de aplicação agrícola.

Até o final de 2026, o agronegócio brasileiro vai poder contar com muitas outras inovações. Produtores de milho e algodão terão acesso aos benefícios dos fungicidas bioquímicos a base de peptídeos em tratamento de sementes, bem como a cana-de-açúcar e o café já contam com o MOSHY™ para o controle de doenças foliares. Na área de proteção de plantas contra nematoides, o novo portfólio prevê estender os benefícios também para o cultivo da cana-de-açúcar e café, em aplicação foliar, e milho e algodão, em tratamento de sementes. Já o SAORI® reforça o protagonismo com resultados que demonstram grande eficácia na redução da Anomalia da Soja, uma das novas preocupações da sojicultura.

Em total sinergia com o momento em que o mundo busca energia limpa e a urgente preservação dos recursos que a Natureza oferece à humanidade, a PHC cumpre sua missão de ensinar a produzir mais, no mesmo local, sem agressão ao Meio Ambiente e sem deixar rastros que não sejam o da produtividade consciente e rentável para o perfeito equilíbrio e longevidade da atividade agrícola. “Não foi fácil apresentar ao mercado tanta inovação, foram muitas barreiras, mas sempre acreditamos que vale a pena trabalhar para tornar a vida do agricultor mais simples e eficiente”, lembra Sergio Luiz de Almeida, Head de Marketing da PHC.